sábado, 23 de março de 2013

Santo do dia


São Turíbio de Mongrovejo

23 de Março



São Turíbio de MongrovejoDe origem espanhola, nasceu no ano de 1538. Cresceu muito bem educado dentro de uma formação cristã e humana, estudou Direito e prestou muitos serviços nessa área, sempre buscando dar testemunho cristão no ambiente em que se encontrava.

Turíbio ajudou até o rei Felipe, mas o chamado à vida dedicada ao Senhor, dentro do ministério sacerdotal, falou mais forte. Renunciou à sua profissão e, como sacerdote, foi escolhido bispo e enviado ao Peru. Era um homem apostólico.

Deparou-se com muitas injustiças: indígenas oprimidos, pobres abandonados. Então ele, no anúncio e na denúncia, passou a ser respeitado e ouvido por muitos.

Sem interesses e sem comungar com o poder opressor, ele deixou um marco para toda a América: de que o mundo precisa de santos, e isso só é possível na misericórdia, no amor, na verdade, no anúncio e na coragem de denunciar.

Depois de uma grave enfermidade, faleceu em 1606.

São Turíbio, rogai por nós!

Evangelho do dia!


 (João 11,45-56)

Sábado, 23 de Março de 2013 
5ª Semana da Quaresma




— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 45muitos dos judeus que tinham ido à casa de Maria e viram o que Jesus fizera, creram nele. 46Alguns, porém, foram ter com os fariseus e contaram o que Jesus tinha feito. 47Então os sumos sacerdotes e os fariseus reuniram o Conselho e disseram: “Que faremos? Este homem realiza muitos sinais. 48Se deixamos que ele continue assim, todos vão acreditar nele, e virão os romanos e destruirão o nosso Lugar Santo e a nossa nação”.
49Um deles, chamado Caifás, sumo sacerdote em função naquele ano, disse: “Vós não enten­deis nada. 50Não percebeis que é melhor um só morrer pelo povo do que perecer a nação inteira?” 51Caifás não falou isso por si mesmo. Sendo sumo sacerdote em função naquele ano, profetizou que Jesus iria morrer pela nação. 52E não só pela nação, mas também para reunir os filhos de Deus dispersos. 53A partir desse dia, as autoridades judaicas tomaram a decisão de matar Jesus.
54Por isso, Jesus não andava mais em público no meio dos judeus. Retirou-se para uma região perto do deserto, para a cidade chamada Efraim. Ali permaneceu com os seus discípulos. 55A Páscoa dos judeus estava próxima. Muita gente do campo tinha subido a Jerusalém para se purificar antes da Páscoa. 56Procuravam Jesus e, ao reunirem-se no Templo, comentavam entre si: “Que vos parece? Será que ele não vem para a festa?”

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senho

sexta-feira, 22 de março de 2013

Papa "abraça o mundo" e convida a lutar juntos contra a pobreza e em prol da paz



 
“O abraço do Papa ao mundo”: assim Francisco definiu a audiência esta manhã, na Sala Regia, no Vaticano, ao Corpo Diplomático acreditado junto à Santa Sé.

“Por vosso intermédio, encontro os vossos povos e deste modo posso, em certa medida, alcançar cada um dos vossos concidadãos com suas alegrias, dramas, expectativas e desejos” – disse o papa no início do seu discurso, recordando a preocupação primordial da Santa Sé, isto é, o bem de todo o homem que vive nesta terra.

Nessa missão, afirmou o Pontífice, é bom poder contar com a amizade dos países acreditados, fazendo votos de que se inicie também um caminho com os poucos países que ainda não têm relações diplomáticas com a Santa Sé.

Como em outras ocasiões, o Papa voltou a falar dos motivos que o levaram escolher o nome Francisco: um dos primeiros é o amor que Francisco tinha pelos pobres.

“Ainda há tantos pobres no mundo! E tanto sofrimento passam estas pessoas! A exemplo de Francisco de Assis, a Igreja tem procurado, sempre e em todos os cantos da terra, cuidar e defender quem passa indigência e penso que podereis constatar, em muitos dos vossos países, a obra generosa dos cristãos que, deste modo, trabalham para construir sociedades mais humanas e mais justas.”

Mas há ainda outra pobreza, advertiu Francisco, que é a pobreza espiritual, que afeta gravemente os países considerados mais ricos. É aquilo que Bento XVI chama de “ditadura do relativismo”, que deixa cada um como medida de si mesmo, colocando em perigo a convivência entre os homens.

“E assim chego à segunda razão do meu nome. Francisco de Assis diz-nos: trabalhai por edificar a paz. Mas, sem a verdade, não há verdadeira paz. Não pode haver verdadeira paz, se cada um é a medida de si mesmo, se cada um pode reivindicar sempre e só os direitos próprios, sem se importar ao mesmo tempo do bem dos outros, do bem de todos, a começar da natureza comum a todos os seres humanos nesta terra.”

Ser Pontífice, explicou, é servir de ponte entre Deus e os homens, fazendo votos de que o diálogo entre a Santa Sé e os países ajude a construir pontes entre todos os homens, de tal modo que cada um possa encontrar no outro não um inimigo nem um concorrente, mas um irmão que se deve acolher e abraçar. Além disso, acrescentou, suas próprias origens impelem-no a trabalhar para construir pontes: “Como sabeis, a minha família é de origem italiana; e assim está sempre vivo em mim este diálogo entre lugares e culturas distantes”.

Neste trabalho, o Papa considera fundamental o papel da religião, já que não se podem construir pontes entre os homens esquecendo Deus; e vice-versa. “Por isso, é importante intensificar o diálogo entre as diversas religiões”, citando de modo especial o diálogo com o Islã e com os que não creem.

Lutar contra a pobreza, tanto material como espiritual, edificar a paz e construir pontes: este é o caminho para o qual Papa Francisco convida cada país. “Um caminho que será difícil, se não aprendermos a amar cada vez mais esta nossa terra. Também neste caso, me serve de inspiração o nome de Francisco: ele ensina-nos um respeito profundo por toda a criação, ensina-nos a guardar este nosso meio ambiente, que muitas vezes não usamos para o bem, mas desfrutamos com avidez e prejudicando um ao outro.”
 
 
Fonte: Rádio Vaticano / Foto: News.va

Santo do dia


São Zacarias, Papa

22 de Março


São Zacarias, PapaFilho de pai grego, residente na Calábria, foi eleito Papa em 741 e morreu em 752.

Ao contrário do seu predecessor Gregório III, relativamente a Liutprando, rei dos Lombardos, julgou ser melhor partido inaugurar com ele relações amistosas. Concluiu assim um acordo bastante vantajoso, recuperando quatro fortalezas e vários patrimônios; estipulou também com ele uma trégua de trinta anos. Mas não conseguiu impedir os Lombardos de tirarem aos Bizantinos o exarcado de Ravena.

Zacarias soube tornar favorável à Igreja romana o imperador Constantino V e recebeu mesmo territórios como dádiva. Em 747 aprovou a mudança de regime na França, com a proclamação de Pepino, o Breve.

Foi bom administrador das terras da Igreja, as quais progrediram no seu tempo. Restaurou o palácio de Latrão e embelezou, no sopé do Palatino, a igreja de Santa Maria Antiga, onde se conserva ainda o seu retrato, pintado quando ele ainda vivia.

São Zacarias, rogai por nós! 

Evangelho do dia


 (João 10,31-42)

Sexta-Feira, 22 de Março de 2013 
5ª Semana da Quaresma


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 31os judeus pegaram pedras para apedrejar Jesus. 32E ele lhes disse: “Por ordem do Pai, mostrei-vos muitas obras boas. Por qual delas me quereis apedrejar?”
33Os judeus responderam: “Não queremos te apedrejar por causa das obras boas, mas por causa de blasfêmia, porque sendo apenas um homem, tu te fazes Deus!” 34Jesus disse: “Acaso não está escrito na vossa Lei: ‘Eu disse: vós sois deuses’?
35Ora, ninguém pode anular a Escritura: se a Lei chama deuses as pessoas às quais se dirigiu a Palavra de Deus, 36por que então me acusais de blasfêmia, quando eu digo que sou Filho de Deus, eu a quem o Pai consagrou e enviou ao mundo? 37Se não faço as obras do meu Pai, não acre­diteis em mim. 38Mas, se eu as faço, mesmo que não queirais acreditar em mim, acreditai nas minhas obras, para que saibais e reconheçais que o Pai está em mim e eu no Pai”.
39Outra vez procuravam prender Jesus, mas ele escapou das mãos deles. 40Jesus passou para o outro lado do Jordão, e foi para o lugar onde, antes, João tinha batizado. E permaneceu ali. 41Muitos foram ter com ele, e diziam: “João não realizou nenhum sinal, mas tudo o que ele disse a respeito deste homem, é verdade”. 42E muitos, ali, acreditaram nele.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

quinta-feira, 21 de março de 2013

Cardeal recebe, com surpresa, anúncio da vinda do Papa a Aparecida




O cardeal arcebispo de Aparecida (SP), dom Raymundo Damasceno de Assis, já se prepara para retornar ao Brasil depois de dias intensos de conclave e eleição do novo Sumo Pontífice.

Dom Damasceno não esperava é que, às vésperas de seu retorno, o Papa daria a notícia de uma possível viagem a Aparecida (SP), que aconteceria após a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) do Rio de Janeiro, a qual se realizará em julho deste ano. No entanto, de acordo com o cardeal, apesar de o Papa, de fato, ter dito, a visita ainda não foi oficializada em relação à data.

"Isso nos surpreendeu de maneira muito agradável. Mas não há ainda nenhuma comunicação oficial do Vaticano. Claro, se o Santo Padre manifestou esse desejo de ir a Aparecida recebemos com alegria esta notícia dada pela presidente da República e faremos o possível para acolhê-lo com muito afeto, entusiasmo e alegria", esclareceu dom Damasceno.

Fonte: Canção Nova Notícias

Papa Francisco recebe Dilma Rousseff e diz que pretende ir a Aparecida (SP) após a JMJ Rio 2013


A presidente Dilma Rousseff foi recebida na manhã desta quarta-feira, 20 de março, no Vaticano, pelo Papa Francisco, durante uma audiência particular. No dia de ontem, terça-feira, falando aos jornalistas a presidente afirmou que a Jornada Mundial da Juventude seria o "tema central" do encontro com o Papa Francisco. 

"A Jornada - disse a Presidente -, vai atrair para o Brasil milhares de jovens católicos, que serão muito bem recebidos, como a gente sempre faz", acrescentou. A visita ao Rio para a Jornada Mundial da Juventude, em julho, deverá ser a primeira grande viagem do Papa Francisco. 

O Papa Francisco disse à presidente Dilma Rousseff que é necessário empenho conjunto para combater as drogas e reforçar os valores e os princípios para a juventude. Dilma foi a primeira chefe de Estado recebida por Francisco, depois da cerimônia que marcou ontem, 19 de março, o início do seu pontificado. Na conversa, o Papa lembrou que a construção do futuro depende da juventude. 

"[O Papa] falou sobre a importância da juventude na construção do futuro da humanidade e que a Igreja [Católica], como uma instituição secular, tem no jovem um foco muito grande", disse a presidente, após o encontro com o Papa, no Vaticano. 

Dilma disse que Francisco ressaltou que é fundamental, para o combate às drogas, reforçar valores e princípios. "Conversamos sobre a questão das drogas e do crack, o reforço de valores, princípios e símbolos para a juventude", destacou. 

A presidente acrescentou que o Papa confirmou que participará da Jornada Mundial da Juventude, nos dias 23 a 28 de julho, no Rio de Janeiro. "Ele [o papa] disse que espera uma presença grande dos jovens [durante a jornada]", contou ela. Segundo Dilma, o Papa disse que pretende, depois da jornada, visitar Aparecida (SP) - onde está o Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida. 

"Ele [o Papa] disse que vai a Aparecida, depois [da Jornada]. Ele até me lembrou que, em 2007, esteve em Aparecida, e me deu um livro do que eles [os bispos latino-americanos] fizeram em 2007", contou a presidente, lembrando da recomendação de Francisco de que ela "não leia o livro todo".

"'Você não precisa ler tudo porque você pode se aborrecer, então você pega o índice e vai nos assuntos que te interessa', ele me disse", contou Dilma, entre sorrisos, demonstrando o bom humor de Francisco. 

A presidente se disse impressionada como o Papa se comporta como uma pessoa normal. "Ele [Francisco] é o primeiro muitas coisas: é o primeiro Francisco, primeiro jesuíta, primeiro latino-americano e primeiro argentino", acrescentou Dilma, informando que percebeu bastante entusiasmo no Papa. 

A Rádio Vaticano informou que o cardeal Raymundo Damasceno Assis, arcebispo de Aparecida (SP) e presidente da CNBB, ficou feliz ao receber a notícia. Porém, ainda não há maiores detalhes sobre esse acréscimo no roteiro da visita do Santo Padre ao país. "É uma notícia que me enche de alegria. Os devotos de Nossa Senhora Aparecida, em todo o Brasil, também devem estar transbordando de alegria", disse dom Damasceno.

Fonte: CNBB