terça-feira, 21 de maio de 2013

QUAL A DIFERENÇA ENTRE DÍZIMO, OFERTA E ESMOLA


Uma pergunta que muitos fazem: Quanto devo ‘pagar’? Como devo contribuir?
É bom esclarecermos, de início, que dízimo não se paga. Com o dízimo se devolve, se consagra. Quando pensamos desta forma, até a linguagem muda de aspecto. É bom utilizar-mos a linguagem da Bíblia para falar sobre o dízimo. A Bíblia fala em trazer o dízimo. O Dízimo é dízimo porque o Senhor assim o quis.  Dízimo vem de 10% daquilo que se ganha mensalmente.
Dízimo é simplesmente uma questão de fazer a experiência com Deus.
Dízimo é comunhão e partilha, mas, para chegar a isso, é necessário educar a fé “Todos tinham tudo em comum e repartiam seus bens entre os necessitados” (At 2,44-45).
Só podemos compreender um dízimo que tenha embasamento na Palavra de Deus. Assim entendido, desfazem-se todas as dúvidas sobre essa forma de contribuição.
A Bíblia está cheia de referências sobre o dízimo, ofertas, coletas, esmolas, etc.
Muitos se confundem quanto à diferença entre dízimo, oferta e esmola. O dizimista – e o cristão em geral – deve estar atento à diferença que existe entre essas expressões. Uma não supõe a outra. Ao contrário, uma exclui a outra.
1) Dízimo: É a décima parte que ofereço a Deus e, em nosso caso, à nossa Igreja. O dízimo é uma forma estipulada e educativa para levar o povo a se lembrar concretamente de Deus na época das colheitas e das crias dos rebanhos. Em nosso caso, como vivemos na cidade e somos assalariados, nosso dízimo é mensal. “Há quem dá generosamente, e sua riqueza aumenta ainda mais; e há quem acumula injustamente, e acaba na miséria. Quem é generoso progride na vida, e quem dá de beber jamais passará sede. O povo amaldiçoa quem sonega alimentos, e abençoa quem os põe no mercado.” (Provérbios 11,24-26)
2) Oferta:  Ato de oferecer(-se); oferecimento. V. oferenda. A oferta também deve ser feita a partir de um trabalho de conscientização. Oferta não é qualquer coisa que ofereço a Deus, à Igreja. Devemos fazer a oferta de acordo com o impulso do coração. O livro do Êxodo (22,29a) diz: “Não tardarás a oferecer-me as primícias de tua colheita e de tua vindima”.·
3) Esmola:  No dicionário encontramos assim registrado o significado da palavra esmola: “o que se dá aos necessitados, por caridade ou filantropia; óbolo, espórtula. Auxílio, amparo; benefício”. Jesus, ao desmascarar a hipocrisia dos fariseus, assim se refere às esmolas: “Quando deres esmola, que a tua mão esquerda não saiba o que fez a direita” (Mt 6,3).
O que são coletas?

Certamente são bem diferentes de dízimos.
As coletas são aquelas campanhas que fazemos por ocasião de uma determinada situação na Igreja, na comunidade. Aqui podemos lembrar a Campanha da Fraternidade o dia das missões, a coleta da Evangelização no Advento;  ou ainda de situações que a igreja ou a sociedade estejam vivenciando, como por exemplo: enchentes, secas terremotos.
No Catecismo da Igreja Católica lemos que " desde os inícios, os cristãos levavam, com o pão e o vinho para a Eucaristia  seus dons para repartir com os que estavam em necessidade. Este costume da coleta, sempre atual, inspira-se no exemplo de Cristo que se fez pobre para nos enriquecer: os que possuem bens em abundância e o desejam, dão livremente o que lhes parecem bem; e o que se recolhe é entregue àquele que preside. Este socorre os órfãos e viúvas e os que, por motivo de doença ou razão, se encontram em necessidade, assim como os encarcerados e os imigrantes; numa palavra ele socorre todos os necessitados" (S 1351)

É preciso lembrar ainda que O AMOR caracteriza fundamentalmente a contribuição do dízimo.
Nota: Sugerimos a leitura dos livros do Padre Jerônimo Gasques: "O dízimo não acontece por acaso" e "Espiritualidade do dízimo".

Você sabia que no Brasil, dois grupos de pessoas foram mortos por serem católicos, e se tornaram mártires?


Em todo Brasil as comunidades da Igreja Católica estão fazendo missões. É fácil imaginar os custos que estão tendo, mais quem deve assumi-los? A resposta é uma só: O DÍZIMO.
É a Providencia Divina que indica que deve ser assim, porque trabalhar para gerar consciência sobre o Dízimo, é fazer as missões como a Igreja quer, na prática.


No momento que a Igreja Católica incentiva trabalhos missionários nas comunidades para resgatar os católicos indiferentes, procurando despertar em todos o prazer de manter a Igreja com os frutos do trabalho, lembrar que brasileiros foram assassinados por serem católicos deve servir como fonte de inspiração para todos nós.

Os fatos aconteceram no ano de 1645. O primeiro grupo participava de uma Santa Missa na localidade de Cunhaú no Rio Grande do Norte, estavam na Igreja umas 70 pessoas, todas foram mortas por serem Católicas. O Padre que celebrava tinha 73 anos de idade, se chamava André de Soveral e também foi morto O outro grupo foi morto na localidade de Uruaçu, também no Rio Grande do Norte, estavam na Igreja umas 80 pessoas. Os índios chegaram, mandaram que tirassem a roupa, e mataram todas as pessoas, O Papa João Paulo II beatificou os dois grupos.

Em todo o Brasil conhecemos pessoas que doam as suas vidas pelos trabalhos missionários, sem ganharem nada em troca. Muitas passam a vida servindo a Igreja, e morrem na pobreza e no anonimo. Outros perdem a vida,  por defenderem aqueles que desejam terra para plantar, como foram os casos do Padre Josimo, no Tocantins e da Irmã Doroty, no estado do Pará.
Quando sugerimos que todos participem das missões e entreguem o Dízimo com alegria, estamos pedindo menos do que estas pessoas fazem pela Igreja.
Os Santos e Mártires, como os que foram mortos no Rio Grande do Norte, nos inspiram para as Missões e para a entrega do Dízimo. O que entregam a Deus, foi mais do que 10% de dinheiro, eles entregaram 100% de suas vidas.
Nas Missões e na entrega do Dízimo, usemos os Santos e Mártires como fonte de inspiração.

SANTO DO DIA: Manuel G. Gonzáles e Adílio DaronchBem-aventurados


Manuel G. Gonzáles e Adílio Daronch Bem-aventurados 1877-1924

21 de Maio - Manuel G. Gonzáles e Adílio DaronchBem-aventurados

Padre Manuel Gomes Gonzalez nasceu em 29 de maio de 1877, em São José de Riberteme, Província de Fontevedra - Espanha. Foi ordenado sacerdote em 24 de maio de 1902 em Tui.

Em 1913, com grande espírito missionário e abertura de coração veio ao Brasil. Foi nomeado pároco da Igreja Nossa Senhora da Luz, em Nonoai, no Rio Grande do Sul. A 23 de janeiro de 1914, recebia a paróquia de Nossa Senhora da Soledade. Em 7 de dezembro de 1915, o bispo de Santa Maria - RS, Dom Miguel de Lima Valverde, nomeou Padre Manuel primeiro pároco da igreja Nossa Senhora da Luz, em Nonoai. Iniciando assim seu trabalho pastoral: organizou o Apostolado da Oração, a Catequese paroquial, o combate ao analfabetismo. Lutando com muitas dificuldades econômicas, reformou a igreja matriz. 

Na páscoa de 1924, Padre Manuel recebeu carta do Bispo de Santa Maria, pedindo que fosse ao Regimento do Alto Uruguai, fazer a páscoa dos Militares e depois fosse até a colônia Três Passos, para atender aos colonos de origem alemã, que estavam esperando missa, batizados e a bênção do cemitério. Padre Manuel convidou o seu coroinha Adílio Daronch que o acompanhasse num longo itinerário pastoral, a serviço da Paróquia de Palmeira das Missões.

Adílio Daronch nasceu em Dona Francisca (RS), em 1908, filho de Pedro Daroch e Judite Segabinazzi, migrantes italianos vindo da Itália em 1883, com a família. Adílio era o terceiro filho do casal. Em 1912 a família foi morar em Passo Fundo, onde o pai aprendeu o ofício de fotógrafo. Alguns meses depois a família retorna para Nonoai onde exerce o ofício de fotógrafo e tinha uma pequena farmácia de homeopatia. A família de Pedro era muito religiosa. Eram grandes colaboradores do Padre Manuel. Adílio era coroinha e auxiliar nos serviços do altar e da paróquia.

Nesta época o Rio Grande do Sul vivia momentos conturbados. O estado acabava de passar pela revolução entre chimangos e maragatos (Revolução de 1923), em que houve muita violência e derramamento de sangue.

Padre Manuel e o coroinha Adílio Daronch dirigiram-se a cavalo, para o Alto Uruguai até a Colônia Militar, no Alto Uruguai, onde a 20 de maio, Adílio ainda ajudou na Páscoa de militares.

A caminho de Três Passos, ao chegar em "Feijão Miúdo" o coroinha Adílio e o padre Manuel foram surpreendidos por anticlericais e inimigos da religião. Foram levados para o mato, amarrados em árvores e fuzilados. Era o dia 21 de maio de 1924.

Os próprios colonos que encontraram os corpos amarrados em uma árvore os enterraram. Em cima da cruz da sepultura, escreveram: «mártires da fé, verdadeiros santos da Igreja, assassinados a 21 de maio de 1924».

Quarenta anos depois, em 1964, os restos mortais foram desenterrados e os ossos foram levados para Nonoai, numa caravana, pela Diocese. Em 1997, a Diocese encaminhou o processo de beatificação. Foram escritos vários livros sobre estes mártires.

Em 2002: Na Visita Ad Limina, ao receber um abaixo-assinado dos bispos do Rio Grande do Sul, o Cardeal português, José Saraiva Martins, responsável pelas beatificações, nos disse:
"Vocês precisam divulgar mais esta causa dos mártires. A Igreja não pode beatificar uns mártires que apenas são conhecidos no Alto Uruguai. Alto Uruguai, parece ser de outro país, é preciso que esta causa venha a interessar a todo o Rio Grande e todo o Brasil, além disso, Espanha (onde padre Manuel nasceu e foi ordenado padre) e Portugal (onde trabalhou por mais de 10 anos na Arquidiocese de Braga) precisam conhecer esta causa". 

Começou-se então um grande trabalho de divulgação. Falou-se diversas vezes a todos os Bispos do Brasil, em Itaici. Foram escritas cartas e e-mails aos bispos de Vigo (na Espanha) e Braga (em Portugal).

Dia 21 de outubro de 2007, foram beatificados, em Frederico Westphalen, os chamados mártires de Nonoai: o padre Manuel e o coroinha Adílio. A cerimônia foi presidida pelo cardeal José Saraiva Martins, prefeito da Congregação para as Causas dos Santos que veio diretamente de Roma. Cerca de 40 mil fiéis estavam presentes à cerimônia.

Em sua homilia, o cardeal Martins destacou: "santo é aquele que está de tal modo fascinado pela beleza de Deus e pela sua perfeita verdade que é por elas progressivamente transformado".

Foi o que fizeram os dois novos bem-aventurados disse o cardeal. "Pela beleza e verdade de Cristo e do seu Evangelho, os dois novos bem-aventurados renunciaram a tudo, também a si próprios, também à sua própria vida, que é o maior tesouro que Deus nos deu".

Hoje, a Igreja reconhece a vitória do padre Manuel e do coroinha Adílio, prestando-lhes a homenagem da glória e reconhecendo a sua poderosa intercessão.

EVANGELHO DO DIA: Quem é o mais importante - Mc 9,30-37


Evangelho (Marcos 9,30-37)

Terça-Feira, 21 de Maio de 2013 
7a. Semana Comum

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 30Jesus e seus discípulos atravessaram a Galileia. Ele não queria que ninguém soubesse disso, 31pois estava ensinando a seus discípulos. E dizia-lhes: “O Filho do Homem vai ser entregue nas mãos dos homens, e eles o matarão, mas, três dias após sua morte, ele ressuscitará”.
32Os discípulos, porém, não compreendiam estas palavras e tinham medo de perguntar. 33Eles chegaram a Cafarnaum. Estando em casa, Jesus perguntou-lhes: “Que discutíeis pelo caminho?” 34Eles, porém, ficaram calados, pois pelo caminho tinham discutido quem era o maior.
35Jesus sentou-se, chamou os doze e lhes disse: “Se alguém quiser ser o primeiro, que seja o último de todos e aquele que serve a todos!” 36Em seguida, pegou uma criança, colocou-a no meio deles, e abraçando-a disse: 37“Quem acolher em meu nome uma dessas crianças, é a mim que estará acolhendo. E quem me acolher, está acolhendo, não a mim, mas aquele que me enviou”.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

ALÉM DE ENTREGAR O DÍZIMO PERMANENTEMENTE, O QUE MAIS CADA CATÓLICO PODE FAZER MAIS PARA AJUDAR A IGREJA A SER MAIS MISSIONÁRIA?


Em todo Brasil as comunidades da Igreja Católica estão fazendo missões. É fácil imaginar os custos que estão tendo, mais quem deve assumi-los? A resposta é uma só: O DÍZIMO.
É a Providencia Divina que indica que deve ser assim, porque trabalhar para gerar consciência sobre o Dízimo, é fazer as missões como a Igreja quer, na prática.


Falar sobre as missões, falar muito para os parentes, os vizinhos, no trabalho, na escola, no encontro com os amigos. Todos precisam saber que a Igreja está preocupada com os indiferentes, com as pessoas que foram batizadas, mas não mostram interesse pela Igreja.
O que falar? Vamos apresentar algumas sugestões:
Pastoral do dízimo
1° – Fale da felicidade em ser católico, vista a camisa, mostre sua alegria. Você poderá convencer as pessoas que a Igreja é um bem para elas, se mostrar com alegria, que está sendo um bem para você.
2° – Diga que sua igreja tem dois mil anos de serviços prestados a Jesus Cristo e que foi fundada pelo próprio Cristo.
3° – Fale para todo mundo que a Igreja Católica tem uma riqueza que nenhuma outra tem, os Santos e Mártires, pessoas iguais a todos nós, que colocaram suas vidas a favor do Evangelho.
4° – Diga que temos Igrejas Católicas em todos os cantos do Brasil. Onde tem só dois moradores já estão pensando em contruir a Igreja.
5° – Diga para todo mundo que temos o Sacramento dos Sacramentos que é a Eucaristica, fonte de unidade e comunhão para todos nós.
6° – Não se esqueça de dizer que defendemos a vida e somos contra tudo e todos que atentam contra ela.
7° – Fale da Santa Missa, quando nos reunimos para ouvir as mensagens do Evangelho. Fale que um domingo sem missa, não é um domingo completo.
8° – Fale do que já funciona em sua comunidade, e do que será construído.
9° – E não esqueça de dizer que você é feliz porque entrega o Dízimo. Diga o que é feito com ele, o que nos ama e acolhe como somos.

SANTO DO DIA: São Bernardino de Sena


São Bernardino de Sena
1380-1444

20 de Maio - São Bernardino de Sena

Na Itália, Bernardino nasceu na nobre família senense dos Albizzeschi, em 8 de setembro de 380, na pequena Massa Marítima, em Carrara. Ficou órfão da mãe quando tinha três anos e do pai aos sete, sendo criado na cidade de Sena por duas tias extremamente religiosas, que o levaram a descobrir a devoção a Nossa Senhora e a Jesus Cristo.

Depois de estudar na Universidade de Sena, formando-se aos vinte e dois anos, abandonou a vida mundana e ingressou na Ordem de São Francisco, cujas regras abraçou de forma entusiasmada e fiel. Apoiando o movimento chamado "observância", que se firmava entre os franciscanos, no rigor da prática da pobreza vivida por são Francisco de Assis, acabou sendo eleito vigário-geral de todos os conventos dos franciscanos da observância.

Aos trinta e cinco anos de idade, começou o apostolado da pregação, exercido até a morte. E foi o mais brilhante de sua época. Viajou por toda a Itália ensinando o Evangelho, com seus discursos sendo taquigrafados por um discípulo com um método inventado por ele. O seu legado nos chegou integralmente e seu estilo rápido, bem acessível, leve e contundente, se manteve atual até os nossos dias. Os temas freqüentes sobre a caridade, humildade, concórdia e justiça, traziam palavras duríssimas para os que "renegam a Deus por uma cabeça de alho" e pelas "feras de garras compridas que roem os ossos dos pobres".

Naquela época, a Europa vivia grandes calamidades, como a peste e as divisões das facções políticas e religiosas, que provocavam morte e destruição. Por onde passava, Bernardino restituía a paz, com sua pregação insuperável, ardente, empolgante, até mesmo usando de recursos dramáticos, como as fogueiras onde queimava livros impróprios, em praça pública. Além disso, como era grande devoto de Jesus, ele trazia as iniciais JHS - Jesus Salvador dos Homens - entalhadas num quadro de madeira, que oferecia para ser beijado pelos fiéis após discursar.

As pregações e penitências constantes, a fraca alimentação e pouco repouso enfraqueciam cada vez mais o seu físico já envelhecido, mas ele nunca parava. Aos sessenta e quatro anos de idade, Bernardino morreu no convento de Áquila, no dia 20 de maio de 1444. Só assim ele parou de pregar.

Tamanha foi a impressão causada por essa vida fiel a Deus que, apenas seis anos depois, em 1450, foi canonizado. São Bernardino de Sena é o patrono dos publicitários italianos e de todo o mundo.

EVANGELHO DO DIA: Tudo é possível para quem crê - Mc 9,14-29


Evangelho (Marcos 9,14-29)

Segunda-Feira, 20 de Maio de 2013 
7a. Semana Comum

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 14descendo Jesus do monte com Pedro, Tiago e João e chegando perto dos outros discípulos, viram que estavam rodeados por uma grande multidão. Alguns mestres da Lei estavam discutindo com eles.
15Logo que a multidão viu Jesus, ficou surpresa e correu para saudá-lo. 16Jesus perguntou aos discípulos: “Que discutis com eles?” 17Alguém na multidão respondeu: “Mestre, eu trouxe a ti meu filho que tem um espírito mudo. 18Cada vez que o espírito o ataca, joga-o no chão e ele começa a espumar, range os dentes e fica completamente rijo. Eu pedi aos teus discípulos para expulsarem o espírito, mas eles não conseguiram”.
19Jesus disse: Ó geração incrédula! Até quando estarei convosco? Até quando terei de suportar-vos? Trazei aqui o menino”. 20E levaram-lhe o menino. Quando o espírito viu Jesus, sacudiu violentamente o menino, que caiu no chão e começou a rolar e a espumar pela boca.
21Jesus perguntou ao pai: “Desde quando ele está assim?” O pai respondeu: “Desde criança. 22E muitas vezes, o espírito já o lançou no fogo e na água para matá-lo. Se podes fazer alguma coisa, tem piedade de nós e ajuda-nos”.
23Jesus disse: “Se podes!... Tudo é possível para quem tem fé”. 24O pai do menino disse em alta voz: “Eu tenho fé, mas ajuda a minha falta de fé”. 25Jesus viu que a multidão acorria para junto dele. Então ordenou ao espírito impuro: “Espírito mudo e surdo, eu te ordeno que saias do menino e nunca mais entres nele”. 
26O espírito sacudiu o menino com violência, deu um grito e saiu. O menino ficou como morto, e por isso todos diziam: “Ele morreu!” 27Mas Jesus pegou a mão do menino, levantou-o e o menino ficou de pé.
28Depois que Jesus entrou em casa, os discípulos lhe perguntaram a sós: “Por que nós não conseguimos expulsar o espírito?” 29Jesus respondeu: “Essa espécie de demônios não pode ser expulsa de nenhum modo, a não ser pela oração”. 

- Palavra da Salvação. 
- Glória a vós, Senhor.